segunda-feira, 22 de março de 2021

Ecce Homo, Louis Claude de Saint Martin, 1792 - Capítulo 3

Do livro Ecce Homo por Louis Claude de Saint Martin, publicado pela Sociedade das Ciências Antigas





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Capítulo III

Se houvéssemos permanecido fiéis ao nosso santo destino, deveríamos manifestar todos a glória do Princípio eterno (cada um segundo seu próprio dom). Mas, sem sombra de dúvida, precisamos reconhecer que não temos observado a lei suprema, considerando nossa atual miséria e o fato simultâneo de que o Autor da justiça não teria nos abandonado injustamente num estado de sofrimento e privação. O abuso dos nossos privilégios nos induziu a uma manifestação oposta àquela que nos foi solicitada: ao invés de sermos testemunhas de glória e verdade, somos somente testemunhas de desonra e falsidade.

Visto que hoje toda família humana partilha da mesma punição, como em outro tempo partilhou das mesmas recompensas, cada indivíduo deve oferecer um sinal particular da humilhação atual, como já ofereceu um sinal particular da potência na ordem triunfal, pelo dom que lhe competia. Quero dizer que cada um de nós deveria oferecer um sinal particular da pobreza e da privação a qual a justiça suprema nos submeteu no mundo inferior. Para que, na presença de um sinal tão diferente daquele que deveríamos manifestar, seja possível dizer de nós com insulto e escárnio: Ecce Homo.

Eis O Homem será o título degradante a nos recobrir de humilhação, desvelando os frutos amargos que o horror semeo em nós - enquanto deveríamos brilhar na glória se nosso nome tivesse conservado seu caráter autêntico. Basta dirigir o olhar à condição dos homens sobre a terra para julgar a importância de tal justiça.

Quem de nós já não pagou, de uma forma ou de outra, o próprio tributo de humilhação? Onde está nossa força? Onde está nossa potência? E nossa luz? Excluindo a indigência, a desordem e a doença, que outros testemunhos expressam hoje nossas diversas faculdades? Todas as influências que exercitamos ao nosso redor, não são somente influências letais? Existe um só homem sobre a terra que não esteja em condições de oferecer sinais dessa pesada reprovação?

Oh homem! Se ainda não estás consciente o bastante para derramar lágrimas sobre a tua miséria, pelo menos não te lança ao ponto de julgá-la um estado de felicidade e saúde. Não permita deixar-te levar pela sedução dos mitos. Não te comporta como uma criança doente que pára de gritar porque se distraiu com o ruído de um brinquedo que se agita em frente a seus olhos e, momentaneamente tranqüilizada pelo fascínio do brinquedo, se acalma como se não devesse mais temer o mal. Da mesma forma, a tua mente se deterá por pouco tempo sobre as ilusões que te distraem do mal; mas esse não tardará em se fazer sentir, e tu, Oh homem!, assustado pelo perigo que te ameaça, descobrirás com que justo fundamento a Sabedoria procura te proteger dos teus males, exortando-te a sarar.

Mas apesar das rigorosas leis que a justiça nos impõe, as conseqüências da nossa condenação, seriam bem mais suportáveis se pudéssemos reconhecer a imparcialidade suprema do nosso Juiz. 

Trata-se de reconhecer a bondade implícita em suas reais intenções conosco e de passarmos a nos resignar voluntariamente diante da inevitável potência de seus decretos.

Do exemplo mútuo naturalmente oferecido pelos indivíduos derivariam vantagens imediatas importantes. O estado enfermo, débil e tenebroso dos nossos semelhantes, seria para nós um meio visível de instrução a lembrar continuamente para nossa mente a degradação da família humana.

Por outro lado, retribuiríamos para os outros o mesmo favor se oferecêssemos a seus olhos um espetáculo análogo. Assim, representando uns para os outros o reflexo do pecado e da humilhação comum, estaremos em condições de reconhecer a iluminada justiça da sentença que atraímos sobre nós. Esse será o momento inicial do processo de regeneração que a Sabedoria suprema procura nos avivar. Essa é a única estrada que pode nos levar ao soberano Princípio do amor, do qual recebemos forma e de onde fomos banidos, forçados a deixar os domínios a nós mesmos confiados.

Oh valentes homens das letras! Servi-vos da vossa eloquência para delinear com cores persuasivas e encorajantes o quadro instrutivo da família humana, o estado no qual os indivíduos representam uns para os outros tantas lições viventes. Então, a visão da miséria comum suscitará nos indivíduos um horror salutar de si próprios e os despertará para um interesse apaixonado pela reabilitação de todos os membros desta grande família. Enquanto observam uns ao lado dos outros o silêncio triste da dor, sem interrompê-los para que percebam o ritmo acossador da expiação, mostre-lhes a prática de nutrir-se do pão das lágrimas. Assim o homem poderá dizer do homem: “Irmão, fundamos sobre uma falsa humanidade o reino da morte e agora esse nos abraça com suas trevas; não escondamos o homem de mentira, mantendo-o fechado em suas desgraças e em suas baixezas; procuremos fazê-lo emergir ao aberto para que o vento vivo penetre-o até sua raiz e o reino da morte, estremecido em seus fundamentos, possa desabar e afundar-se nos seus próprios abismos.”

Mas o homem está bem longe de oferecer um espetáculo similar, assim como de prostrar-se frente à irrevogável justiça que não cessa de soar sobre ele. O mesmo princípio de desordem que nos fez decair da nossa dimensão original, persegue, acompanha e anima nossa degradada existência. 

Assim como mascarou a fonte mortal do nosso extravio, ele dissimula, dia após dia , seus frutos e conseqüências. O único objetivo desse princípio destrutivo é prolongar a existência do fundamento do mal para que, perpetuando nossa ilusão, possa perpetuar seu próprio reino; e infelizmente, esse fundamenta-se somente sobre nossos desenganos e sobre nossas trevas.

A força enganosa nos persuade de que seguindo suas insinuações sedutoras não nos degradamos; e quando já a estamos seguindo, procura nos convencer que não estamos decaídos, nos induz a persuadir da mesma forma todos os que nos cercam. Em outras palavras, nos leva a impor o sinal da nossa condenação específica aos nossos semelhantes, ao invés de confessá-lo juntamente com o tipo de privação que nos é imposta. O mesmo princípio deteriorante teve a habilidade de aumentar a carga que nos exaure, através das conseqüências da própria degradação e dos múltiplos desejos que nos devoram e nos ocultam o caminho a seguir em direção à reintegração. Os homens procuram se mostrar, portanto, como se efetivamente fossem dotados dos dons que pertenceriam a nossa verdadeira natureza antes de termos cavado um enorme abismo entre nós e a verdade. Também se preocupam em ocultar a falta de virtudes, a carência de talento, os defeitos físicos e os defeitos que derivam dos privilégios de algumas formas sociais e políticas. O olhar de nossos semelhantes tornou-se para nós o único objetivo e o único incentivo para as nossas ações e movimentos. Assim, 

a superficialidade nos desviou da evolução - objetivo da Sabedoria - quando nos expulsou da sua presença e exilou, a todos, no mesmo lugar. A contínua ilusão, ao contrário, leva-nos sempre mais à ruína e à completa destruição.

No mais, desejaríamos aparecer aos olhos do universo como divindade própria e verdadeira. Mas, sem ter conseguido tal empresa, não quisemos renunciar a ela completamente e procuramos nos investir do nome sacro, pelo menos na opinião dos nossos semelhantes, e de impressionar-lhes com a nossa superioridade - onde permanecem dominados e nos iludem com o doce som da palavra Ecce Deus, ao invés de nos irritar e cobrir de vergonha com a degradante definição Ecce Homo.

Em resumo, nos comportamos como aqueles seres lesos em todos os membros que ainda aspiram à beleza e a uma vida normal, e procurando mascarar sua má formação com todos os tipos de artifícios, não se preocupam com a fragilidade dos meios empregados com tal objetivo.

O sacerdote, uma vez privado da verdadeira potência e da verdadeira luz, é obrigado a transmitir uma fé cega no caráter e no fundamento, assim como o filósofo e o orador suplicam com os sofismas e com a formalidade da eloquência a falta dos princípios fundamentais, necessários para o estabelecimento do reino da verdade. Sempre com as mesmas razões, os legisladores também exaltam os direitos dos povos e a potência das nações, mesmo não tendo claro os verdadeiros fundamentos da soberania política. Afinal, também o hipócrita busca com esforços de dissimulação e astúcia, o bom nome que não pode obter pelas suas virtudes; sem considerar, além disso, todos os abusos, as baixeza e injustiças que afligem em qualquer parte as associações humanas.

Portanto, adotando meios desviados e corruptos, nós homens substituímos a salutar confissão do nosso estado humilhante pelo quadro de uma glória que é somente fruto de mentira. Enfim, ao invés da humanidade buscar entre os próprios componentes consolo recíproco, no seu estado de prova não cessa de atrair males contínuos.

De fato, o emprego habitual dos nossos dias é semelhante a um sacrificar recíproco; enquanto que, percorrendo o caminho traçado pela consciência da nossa fragilidade, poderíamos nos encaminhar ao bem reciprocamente.

Os caminhos não naturais pelos quais o homem se retarda diariamente terminam com contínuas quedas e desilusões. Os esforços que ele cumpre para destruir a humilhante sentença da própria condenação são em vão e fazem-na mais vergonhosa, por acrescentar novas perspectivas de decadência a sua degradação original. Ainda inutilmente, ele sente que os meios dos quais se serve são apenas sugestões e não tem uma base bastante profunda para conduzi-lo ao verdadeiro objetivo. 

Todos esses remédios, não tendo em si o princípio da vida, são mais nocivos ao seu espírito do que as substâncias às quais ele recorre para remediar as carências do físico. Não obstante, o homem continua a prosseguir no caminho improvisado pela própria imprudência e continua a esperar que lhe venha cancelado o humilhante título: Ecce Homo.


terça-feira, 16 de março de 2021

Libertarianismo - conceito, propostas, críticas, diferenças...

Entender algo tão relativamente novo como libertarianismo não é tarefa fácil nem pode ser realizada pela leitura de um artigo, nem mesmo com base em dezenas deles. Há que se buscar, os autores, seus propositores, seus opositores... Mas me surpreende como a maneira de ver do brasileiro, vício este que lhe passa batido, como que alheio à sua própria percepção, é sempre "em bloco". Explico: o brasileiro sempre quer entender ou explicar tudo em pacotes, num só caldo, na mesma panela, como se as ideias fossem sempre esquemas ideológicos ou dependessem sempre deles. É claro que a realidade é bem diferente e muita mais complexa que isto.

Os que compram tudo em combos, ou seja, os que sempre tem que enquadrar em um bloco só e em classificações preexistentes tudo o que lêem, ouvem, enfim, tudo o que conhecem ou estão começando a conhecer, são para mim comparáveis aos jovens esquerdistas atuais. Ou seja, ou são ignorantes, ou são burros, ou tem algo a ganhar com o que estão defendo. Muito antes de conhecer as ideias libertárias, a escola austríaca de economia, os liberais clássicos e os autores conservadores eu lia muitos livros a favor e contra o marxismo (especialmente autores ligados ao trabalhismo e à escola de Frankfurt) e não sou burro nem tinha a ganhar com o que defendia, portanto eu era do tipo ignorante: isto era o que existia de crítica ao marxismo nas bibliotecas da época, ou seja, a crítica da própria esquerda, que nem chegava perto de ser ao menos uma auto-crítica. Sim, de que adiantava? 

Eu ignorava completamente o que eram as idéias liberais, conservadoras, libertárias ou de direita reacionária ou qualquer tipo de direita porque excluindo-se o Tao Te King, Adam Smith e Locke eu não tinha nenhum exemplar disso! Não existiam em bibliotecas, livrarias, sebos...

Por isso digo que a geração jovem atual que se interessa por politica é indesculpável: hoje há fontes disponíveis, existe a internet, pdf, autores, livros em algumas bibliotecas e livrarias, vídeos, audio books! Tudo fácil e muitas vezes gratuito. Tudo que sabíamos sobre liberais, conservadores e direita era o que a esquerda escrevia. Toda a crítica que pude conhecer ao marxismo, socialismo, comunismo, leninismo, etc., vinha da própria esquerda, do próprio marxismo cultural de Frankfurt, dos fabianos e trabalhistas ou dos sociais democratas e progressistas. Estes dois últimos que aqui, incrivelmente até hoje, são vistos como de direita por muitos sequelados pelo discurso da extrema esquerda. E essa nova geração que está entre os vinte, começando, e os trinta e pouco: que já era para terem acordado, são os verdadeiros negacionistas da realidade, depois que tudo está às claras, testado, provado, confirmado diversas vezes em diversos lugares, farta documentação...

Hoje os argumentos de esquerda (que nem são argumentos na maioria) ainda sustentam-se, mas por narrativas, de ocultação, falsifição e muitas vezes clara mentira histórica, jornalística, midiática e panfletária (inclua aqui principalmente a fala dos professores de esquerda, militantes que se dedicam a manipular, como foram, os jovens "contestadores" que "incrivelmente"acreditam em tudo e fazem exatamente o que estes esperam; a narrativa dos sindicalistas; dos líderes de partido, e outros).

Pois bem, no libertarianismo não é muito diferente. Alguns realmente vão às fontes, aos verdadeiros estudiosos, à história, mas outros, uma boa parte, simplesmente ouvem os seus "libertários" preferidos, a maioria muito superficial e que se detém em pontos utópicos e ideológicos, igual à juventude esquerdista. Há problemas não apenas com as idéias novas ou "não testadas", não apenas com a imaturidade da maioria dos libertários ou com as utopias de alguns propositores. Isto tudo seria o normal a qualquer conjunto de idéias aleatórias. 

O artigo a seguir (retirado de um livro, veja as referências no site que publicou) trás inclusive algumas críticas externas que são feitas a nós libertários. Pelo seu tamanho e intenção termina não fazendo os contrapontos necessários nem apresenta as nuances do próprio pensamento libertário, e mostra acordo com visões de certas supostas incompatibilidades enquanto tolera outras supostas compatibilidades (como se houvessem realmente). Mas apesar disso é uma ótima apresentação (para o tamanho, tão curta) e ousadamente expõe as acusações mais comuns (embora algumas infundadas). Eu gostaria de fazer tal crítica, e de apresentar suas contraposições, não teria feito dessa forma. Mas se você buscar na internet não vai encontrar muita coisa neste sentido (a não ser em livros como os de Rothbartd e outros libertários, e em críticos mentirosos). Assim replico aqui o artigo não apenas como algo para apresentar, mas também para provocar: nós libertários precisamos dar estas respostas, fazer este complemento, não apenas suspirar diante da ignorância e desinformação dos opositores ou ainda pior, como fazem os esquerdistas, mandar que vão estudar (até porque eles não vão e se forem não saberão nem onde procurar ou como identificar autores e expositores do assunto que sejam realmente libertários).

Nós temos que dar essas respostas.



Libertarianismo: conceito



“Quando você perceber que para produzir precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e pela influência, mais que pelo trabalho; que as leis não nos protegem deles mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.” – Ayn Rand (1905 – 1982), escritora e filósofa libertária russa-americana, criadora do objetivismo

libertarianismo é uma ideologia política que tem a liberdade como seu principal valor e objetivo político. Para os libertários, o objetivo da política deve ser maximizar a autonomia e a liberdade de escolha, não sendo função do Estado promover a ordem ou a igualdade. Os libertários tentam minimizar a legitimidade de qualquer instituição que tenha algum poder coercitivo sobre as pessoas e limitem o julgamento individual. O libertarianismo é como um liberalismo radical ou “turbinado”, mas que – diferentemente da anarquia – ainda reconhece a necessidade da existência de um Estado para exercer um mínimo de funções, como estabelecer e executar um conjunto mínimo de leis, proteger a vida e a propriedade. Como exemplo, os libertários aceitam a ideia de o Estado impor regras de trânsito, mas não aceitam leis impondo o uso de cintos de segurança ou de capacetes. Nesse contexto, o libertarianismo acolhe bem a ideia da minarquia, ou seja, do Estado mínimo.

No entanto, é importante entender que o libertarianismo – assim como a anarquia – é uma ideologia que existe tanto na direita quanto na esquerda. Por isso, o termo “libertarianismo” acaba sendo usado como uma expressão guarda-chuva para inúmeras filosofias políticas. Os libertários da esquerda tentam associar de diversas formas o socialismo com os ideais de liberdade e de abolição de instituições autoritárias, enquanto os libertários de direita advogam o livre mercado e a associação voluntária de indivíduos. Na prática o libertarianismo de direita, defensor do capitalismo “laissez-faire”, é o mais presente no discurso político e aquele que tem mais seguidores, especialmente nos Estados Unidos da América, onde se desenvolveu com bastante força no século XX. É este o libertarianismo que será abordado daqui para frente.

Se preferir, ouça nosso episódio de podcast sobre esse assunto!


LIBERALISMO E LIBERTARIANISMO: DIFERENÇAS

É importante não confundir libertarianismo com liberalismo. A maioria dos liberais não tem problemas com alguma intervenção do Estado na economia e nem defenderia um capitalismo laissez-faire em sua versão mais pura, além de não se opor ao Estado estabelecer um nível considerado adequado de ordem. Para os liberais, a liberdade é um valor necessário para atingir outros objetivos, enquanto que para os libertários a liberdade é o objetivo em si.

O QUE DEFENDEM OS LIBERTÁRIOS?

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Na esfera econômica, os libertários de direita defendem um capitalismo do tipo laissez-faire e se opõem a qualquer interferência do Estado na economia. Por outro lado, defendem a ação do Estado para garantir os direitos de propriedade. Para os libertários, a economia deve ser baseada na associação voluntária de pessoas e não haveria a necessidade de uma entidade centralizadora para coordená-la. Na esfera social, os libertários valorizam características pessoais como a autossuficiência e a independência, e entendem que as pessoas devem andar com seus próprios pés e receberem as recompensas por seus esforços individuais. Assim, eles se opõem a qualquer tipo de programa social, mas o fazem mais por princípio do que pelos custos que eles geram para a sociedade por meio de impostos. Eles criticam a tendência das pessoas em aceitar trocar a própria independência por “direitos” providos pelo Estado. Para os libertários, ajudar os necessitados deve ser uma escolha individual e não uma imposição de uma instituição coercitiva.

CRÍTICAS AO LIBERTARIANISMO

A primeira crítica ao libertarianismo é ser uma ideologia que tenta implantar uma visão de mundo teórica pelo uso da política. Os seus críticos observam que se uma sociedade libertária fosse possível, existiria pelo menos algum país no mundo com um Estado mínimo, com economia livre, sem serviços públicos básicos, sem imposição de limites morais e de uma estrutura social. O libertarianismo também é criticado por buscar uma liberdade abstrata que nunca existiu em nenhuma sociedade, nem mesmo nas mais primitivas.

Os críticos argumentam que a busca por uma liberdade fora de qualquer tipo de ordem coloca em risco a própria liberdade e tende a acabar em despotismo. O argumento é que, enquanto os libertários acreditam que as pessoas essencialmente têm uma natureza boa e benevolente (assim como os socialistas acreditam), a história mostra que o ser humano tem muitos defeitos e vícios. Como as pessoas são naturalmente diferentes, sempre haverá os mais fortes e mais inteligentes, que tentarão dominar os outros ou criar vantagens para si; por isso, nem sempre a associação voluntária de indivíduos funcionaria.

Do ponto de vista econômico, o capitalismo laissez-faire defendido pelo libertarianismo e baseado na associação voluntária de indivíduos seria inviável em economias grandes e complexas como as atuais, que exigem algum nível de coordenação de uma entidade centralizada para funcionar eficientemente. Nesse sentido, a economia sem nenhuma supervisão do Estado se provaria menos eficiente.

Outra crítica ao libertarianismo é que neste sistema não há uma solução proposta para problemas ambientais. Neste modelo, a pequena abrangência do poder do Estado tornaria inviável a administração das externalidades negativas – efeitos negativos sobre toda a sociedade por uma atividade privada, como a poluição gerada pelos carros ou por uma fábrica –, principalmente relacionadas ao meio ambiente e que dificilmente seriam resolvidas pelo setor privado. Além disso, a falta de uma regulação sobre o uso dos recursos naturais poderia levar ao seu abuso.

Nas esferas social e moral, o libertarianismo tem divergências inconciliáveis tanto com a social democracia quanto com o conservadorismo. Enquanto os conservadores entendem que o Estado deve preservar uma base moral e uma estrutura social que levariam as pessoas a terem um senso de comunidade, os libertários entendem que a imposição de um código moral e social a toda a sociedade é algo inaceitável, mesmo ao custo de uma identificação mais fraca dos indivíduos com a comunidade. Neste contexto, o libertarianismo aceita bem as ideias progressistas – a exemplo da social democracia – embora não aceite a ação do Estado como promotor desses ideais. Já os socialistas criticam a ideia de que a ajuda às pessoas em necessidade fique dependente da caridade e da boa vontade dos indivíduos.

https://www.politize.com.br/libertarianismo-conceito/

Ecce Homo, Louis Claude de Saint Martin, 1792 - Capítulo 2

Do livro Ecce Homo por Louis Claude de Saint Martin, publicado pela Sociedade das Ciências Antigas




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Capítulo II

Os principais testemunhos do homem consistem no fato de que, sendo ele evidentemente um santo e sublime pensamento de Deus, embora não seja “o” Pensamento de Deus, a sua essência é necessariamente indestrutível - pois qual seria a possibilidade de um pensamento de Deus perecer?

Em segundo lugar, através da via do pensamento que lhe é própria, Deus ama profundamente o homem. E como poderia, então, não amar-nos, não amar o seu pensamento? Nós mesmos nos deleitamos com os nossos pensamentos!

Por fim, é esse o mais importante testemunho que nos oferece o homem: se somos um pensamento do Deus dos seres, podemos nos espelhar só em Deus e compreendermos Deus e nós mesmos somente no seu esplendor. Pois uma representação nos é desconhecida, principalmente enquanto não conseguimos atingir o pensamento que ela manifesta e da qual é testemunha. Além disso, mantendo-nos afastados dessa luz divina e criadora da qual devemos ser a expressão em nossas faculdades, assim como na nossa essência, seremos apenas testemunhas insignificantes, sem valor e sem caráter. Verdade preciosa é a que demonstra porque o homem se mostra como um ser obscuro e é um problema tão complicado aos olhos da filosofia humana.

Mas se conseguíssemos nos espelhar em nossa sublime fonte, como poderíamos delinear a dignidade da nossa origem, a entidade dos nossos direitos e a santidade de nosso destino?

Homens passados, presentes e futuros, todos e cada um que representam um pensamento do Eterno, sabeis quais seriam as vossas esperanças e as vossas felicidades se todos os gérmens divinos que vos constituem estivessem em atividade e em desenvolvimento? Mas, se mesmo com esses grandes privilégios, a vossa sorte ainda vos procura com desgostos e gemidos e vos impede de exultar, procureis, ao menos, fazendo refletir sobre vós os raios do Sol gerador, encontrar aquilo que o homem foi em outra época, que já transcorreu, mas cujos testemunhos presentes atestam que não vos foi sempre estranha.

O homem pode não ser mais aquele que foi num tempo passado, mas sempre poderá aperceber-se daquilo que deveria ser no futuro. Pode sentir sempre a inferioridade da própria substância, perecível e material, que tem somente o poder passivo de absorver suas faculdades na confusão e na opacidade de que é suscetível, enquanto o ser humano tem o poder ativo de criar múltiplas faculdades, que não existiriam nunca por natureza e sem a vontade do homem.

Aqui justamente apresentamos a diferença em relação ao homem empírico. Esta é muito importante para que não reconheça em vós os sinais da antiga dignidade e da supremacia do pensamento. Tal diferença seria uma forma de conduzir o homem mais ao alto e demonstrar-lhe que as verdades interiores são muito mais instrutivas do que as verdades geométricas. De fato, essas últimas se fundamentam somente sobre a superfície, enquanto as primeiras nascem do centro interior e permitem entrever a profundidade.

Persuadidos disso, remontamos, portanto, à nossa origem. Penetramos, com a nossa atividade interior, no estado em que poderíamos descobrir se a influência criadora da fonte suprema passa a agir no âmbito de nossa atual existência. E se essa transmitiu para nossa natureza todos aqueles princípios de ordem, de perfeição e de felicidade, que nós sentimos dever residir eternamente no Ser soberano do qual descendemos. Todos estes gérmens divinos, uma vez formados em nós, não trariam consigo o dom de uma vida potente e eficaz? A nossa inteligência não seria, por ventura, gerada continuamente do sopro destas inumeráveis e eternas fontes de vida que lhe dariam existência e luz? A nossa capacidade de amar seria preenchida pela viva e doce universalidade de nosso Princípio originário e não deixaria nenhuma lacuna em nosso afeto sublime e em nosso impulso de santa gratidão com esse Princípio..

Alguns consideram que refazer a nossa origem significa remontar a duas épocas, anteriores ao estado no qual o homem se encontra hoje. Isso para alegrarem-se com a idéia sábia e consoladora que o mal primitivo não foi eterno e para deixar à Deus a glória de haver exercitado o sublime privilégio que ele possui - de gerar todas as suas criaturas na plenitude da alegria e de uma felicidade selada por cada função penosa e por cada luta perigosa. Os que sustentam tal hipótese, afirmam que na primeira dessas épocas, como o mal ainda não existia ou, em outros termos, nenhum ser havia ainda se separado do plano divino, as nossas alegrias não teriam então necessidade de realizar-se além de nossa existência. De fato, se tivessem se realizado, isso teria significado o engrandecimento sem fim do eu no infinito, a única coisa real para nós; teríamos, assim, conseguido exprimir a nossa felicidade e o nosso amor em contínua ascensão em direção à nossa Fonte, que nunca teria cessado de inclinar-se amavelmente em nossa direção; não teríamos necessidade de manifestar-nos diretamente, pois ao nosso redor tudo estava completo e a Verdade, preenchendo tudo, nos olhava como adoradores eternos, sem nos usar como seus símbolos e testemunhos; todos os seres, por fim, teriam a alegria da visão e da presença da Verdade absoluta, e nada faltaria para a plenitude de seus afetos e de suas esperanças, podendo ter a visão da imensidão e da infinita atividade divina.

Para não dirigirmos nosso olhar a uma ordem de coisas tão elevadas, contentemo-nos aqui em contemplar o momento da nossa missão no universo. Iremos nos deter, portanto, sobre a segunda época da nossa origem, a mais próxima da nossa condição atual. De fato, estando a primeira época tão afastada de nós, não teríamos idéia da sua existência se a segunda não funcionasse como sua intermediária.

Na segunda época - que continuaremos a considerar como a nossa existência primitiva - recebemos os caracteres dos símbolos e dos testemunhos da Divindade no Universo, assim como nos foi dada toda potência e esplendor divino, associados ao escopo sublime da nossa qualidade espiritual e aos direitos divinamente concedidos para cumprirmos esse escopo. Por que motivo, então, fomos afastados do âmbito da imensidade divina, na qualidade de sinais e de testemunhos, a não ser para repetir no lugar onde a Sabedoria suprema nos colocou, aquilo que acontecia no círculo divino do ser? E como poderia existir uma zona separada e particular, se alguns seres, turbando o próprio equilíbrio, não tivessem interditado o acesso ao espaço universal - dado que o princípio da Unidade procura inundar tudo por sua natureza e o mal não é outra coisa se não a concentração parcial de um ser livre e sua abstração voluntária do reino da universalidade?

Assim como na ordem eterna da imensidade divina, Deus basta à plenitude da contemplação de todos os seres, nós, no momento em que recebemos uma missão individual e uma existência separada dele, poderíamos representá-lo e sermos seus sinais e testemunhos. Somente com a nossa dimensão, já mostraríamos a imagem mais tênue de Deus para os seres que, concentrados na própria existência e tendo perdido de vista a presença divina, estariam encerrados na atmosfera particular de seu erro.

Nesse contexto, no momento de nossa origem deveria se manifestar em nós mesmos todo o plano válido para o andamento da nossa obra. Seria necessário que nós explicássemos os pensamentos luminosos, as virtudes vivificantes e as ações eficazes, para podermos ser os representantes do supremo Autor do nosso ser. Quanto mais aprofundamos a analogia que reconhecemos entre a alma humana e o seu eterno Princípio, mais sentimos que, sendo Deus a fonte radical e primitiva de tudo o que é perfeito, não poderíamos ter derivado dele, e sim sermos dotados daqueles sublimes caracteres que temos apenas delineado, dos quais nossos fracos pensamentos representam ainda hoje algumas imagens, quando sãos e regulares.

A divindade, de fato, não teria escolhido o próprio pensamento, se não tivesse como objetivo refletir-se em nós com toda a sua majestade.

Os traços desse selo sagrado, que caracterizam o "ânimo" do homem, resistem eternamente a todos os poderes destrutivos. Apesar da vastidão do tempo e a despeito da espessura das trevas, todas as vezes que o homem contemplar as suas relações com Deus, encontrará em si os elementos indissolúveis da sua essência original e os indícios naturais de seu destino glorioso. Ele sentirá que, devido a esse destino glorioso, uma força potente e temível nos foi conferida para submeter à autoridade divina aqueles que poderiam desconhecê-la. Se tivéssemos continuado unidos ao nosso ser, nada nos teria subtraído tal potência, se não a houvéssemos liberado. Ele sentirá ainda que teríamos domínio sobre o nosso império, depois de tê-lo subjugado, e estaríamos ornados de todos os crismas necessários para anunciar em todos os lugares a nossa legítima soberania. Além disso, sentirá que estávamos vestidos sobriamente para tornar nossa presença ainda mais majestosa e para que todas as zonas sujeitas ao esplendor que nos circundava pudessem oferecer-nos o testemunho de respeito e submissão devido à missão divina confiada a nós pela mão suprema. Hoje, o único meio para o homem reconduzir-se ao seu antigo estado, é considerar os frágeis sinais que a sua mente pueril substituiu na terra: o gladio dos conquistadores, os cetros, as coroas, a pompa que circunda os soberanos e a respeitosa dedicação de seus súditos. Poderia encontrar ainda alguns traços disformes dos nossos títulos originais, mas jamais recuperar-lhe a função virtual.

Mas, se para o homem ainda é possível encontrar em si mesmo e nas imagens passageiras da potência convencional e terrestre, os vestígios daquilo que ele poderia ter sido, é fácil para ele provar a dolorosa distância daquele destino glorioso. E se ele ainda tem indícios dos seus direitos primitivos, tem também provas bem numerosas que esses indícios não estão mais em seu poder.

É inútil aqui corroborar com outras demonstrações a degradação da espécie humana. É preciso ser desorganizado para negar essa degradação, que é evidentemente constatada pelos suspiros com os quais o gênero humano preenche continuamente a terra, assim como a idéia radical de que o Autor dos seres coloque todas as suas produções nos seus elementos naturais. Então porque estamos tão afastados de nosso elemento natural? Por que mesmo sendo ativos por natureza estamos como que submersos e acorrentados pela coisas passivas? Os homens têm o direito de buscar onde desejarem as causas dessa real e aflitiva desarmonia, exceto no capricho e no rigor do nosso Princípio soberano, cujo amor, sabedoria e justiça constituem o baluarte perene contra os nossos murmúrios.

De resto, ocupando-nos aqui somente das conseqüências e não das causas dessa degradação, pretendemos dirigir-nos somente àqueles que não lhe negam a existência e, apesar das dificuldades que enfrentam para explicar o mal e a sua origem, julgam estarem mais satisfeitos com uma verdade difícil e obscura do que estariam com um absurdo evidente, sem truncar negativamente a questão como faz a filosofia imprudente.

Para delinear as conseqüências desastrosas da nossa degradação, é necessário restaurar-nos ao estado glorioso a que gozávamos, como também ao tesouro que tivemos a custódia e a divisão. É necessário reconhecer que compartilharíamos solidamente a gloria e a recompensa desta magnífica manifestação, pois compartilharíamos solidamente também os trabalhos da grande obra de purificação a nós designado por Deus. Mas dado que não podemos atribuir à Sabedoria suprema a responsabilidade por haver conspirado conosco no abuso daqueles sublimes privilégios, somos obrigados a imputar todos os erros à potência livre do nosso ser. Sendo frágil por natureza - se assim não fosse teriam existido dois Deuses - tal potência abandonou-se às miragens da ilusão e precipitou-se no abismo por culpa própria. Julgo inútil analisar novamente tal verdade, havendo-a já amplamente ilustrada em meus escritos anteriores.

Os princípios da sã justiça, imortais como a nossa essência e que sempre restarão em nós, embora com freqüência não os apliquemos justamente, nos ensinam em que coisa nos transformamos por nossa culpa e nos mostram quais satisfações tal justiça exige de nós.

Começa aqui a aclarar-se o título desta obra e o sentido dessas duas palavras “Ecce Homo”.

segunda-feira, 15 de março de 2021

Manifesto Martinista Brasil - 2003


MANIFESTO MARTINISTA

  

BRASIL – 2003

 

 

 

A Diversidade da Obra Martinista na Unidade do Espírito.

 

Por todos os lados que pousarem os Olhos estarão contemplando o Império das Trevas erguido e sustentado sobre Firmes Colunas. Ele está presente dentro de Famílias e dentro de todas as Organizações e Instituições Humanas; ele está por detrás de Estados Sociais Democráticos ou de Governos Tirânicos, e está por Dentro e por Trás de Tudo que Escraviza a Consciência Humana sufocando a Expressão da Verdade Cardíaca e a Explosão de vossas Emoções; Encontra-se Presente até mesmo dentro das Ordens as quais pertencemos.

 

Diante deste quadro Celular e Social Confuso e Enganador dos Sentidos, o Mestre da Ação antes de Pensar em Projetos de Caridade para Erradicar a Fome e a Miséria deve dirigir seus esforços para erradicar a Sordidez dos Corações Humanos.

A Sordidez do Coração Humano é o Vírus mais Potente e Terrível de Destruição da Obra. Ele não só Destrói todos os Planos e Projetos da Criação Humana como também Corrompe toda Obra por mais Bela que seja, sem se importar com o Variado e Colorido Manto de Boas Intenções com as quais as Revestem. E para este Vírus não importa que a Obra seja de Pedra, de Ouro ou de Papéis, Ele Destrói Tudo.

 

Erguerem o Estandarte do Silêncio como sendo sinônimo de Sabedoria Hermética diante deste quadro Social Putrefado é Assassinarem o ESPIRITO DE TRANSFORMAÇÃO, que é a Alma do Martinismo presente ao longo das Eras Passadas; é pretenderem que o Martinismo Compactue com o Reino das Trevas.

 

Martinismo não é a Ação do Decreto de Deus sobre o Homem, mas sim a Ação de Deus através do Homem que Executa seus Decretos; é o Pensamento de Deus gerando no Homem a Paixão da Ação, Movimentando assim o Universo que nos envolve.

Isto pode ser entendido como o Desafio Humano de Operar a Transformação da Gênesis na Criação, Transformando a Si Mesmo e a todas as Coisas Existentes, fazendo com que elas se Aproximem da Imagem e Semelhança Original que desfrutavam com Deus “No Principio”.

Martinismo é o Homem Divinizando e Vivificando a Si Mesmo e a todas as Coisas com o Seu Toque, com o Toque de seu Pensamento, de sua Palavra e de sua Ação e, portanto, este TOQUE DEVE SER VERDADEIRO E SINCERO.

 

Percebam que sem a Sinceridade da Verdade Cardíaca (Emoção Real) de nada vale a Caridade Humana, pois a Caridade Humana por Si só nada Transforma e apenas evita incômodo mantendo na Inércia aquilo que já está Destruído e em Decomposição.

Além do que, sem o Desejo e a Paixão pela Busca e Expressão da Verdade não Existe Transformação, e tudo fica Estagnado no Processo da Inércia ou de “Esvaziamento” Destrutivo. Portanto, o Único Martinismo Vivo é o de MOVIMENTO E TRANSFORMAÇÃO, e não o de ACEITAÇÃO E ACOMODAÇÃO.

 

E sendo assim, se não conseguimos Transformar a Nós Mesmos e nem Transformar as Instituições Martinistas que pertencemos, seja por Temor ou por Acomodação a Inverdades, jamais faremos Martinismo de Transformação do Mundo e tudo ficará do Jeito que está no Reino.

Martinismo de Filósofos Adormecidos ou da Sociedade dos Mestres Mortos do Passado não possui o Espírito Transformador da Verdade, pois o Fogo deste Espírito já se Desgastou na Transformação Social de sua Própria Era.

 

O PENSAMENTO, A PALAVRA E A AÇÃO.

 

O PENSAMENTO  É a Busca do Espírito Martinista nas Obras do Passado. É a Preparação do Aprendiz.

A PALAVRA – É a Verdade Atualizada e Restaurada que está sendo Recuperada e Agarrada no Invisível. São as Jóias do Iniciado que Firmou o contato com a Corrente da Tradição, é o Alimento Celestial Vivo que devem trazer para Transformar a Terra iniciando o Ciclo Martinista. É a Ferramenta do Companheiro C.R.C.

A AÇÃO – É a Missão, o Ato Martinista da Transformação de Tudo que Existe, é a Atividade de Realização, ou Ação-Real daquele que se Tornou Mestre.

 

Martinismo não é Viverem de Obras Mortas do Passado ou da Morada do Silêncio.

Morada do Silêncio como o próprio Nome já diz é coisa de Filósofos Adormecidos ou Cemitério de Mortos Vivos.

O Espírito de Manifestação e de Expressão Martinista é sempre Atual, Novo, Virgem, Presente, Reformador, Assustador, Transformador, Inédito e Surpreendente; e se assim não For as Trevas Ganham o Jogo e Governam o Reino como ESTÃO GOVERNANDO ATUALMENTE.

 

O Baralho deste Jogo da Vida tem 22 Cartas, e podem Ter a Certeza que nenhuma das Cartas do Tarô ou da Rota de Hermes no Mundo se Chama Silêncio.

Mesmo porque, o Manto de Silêncio como sistema de Proteção é falho, já que Satanás conhece todos os Vossos Pensamentos e Desejos; e assim com o Vosso próprio Silêncio ele Manipula e conduz o jogo do jeito que bem entender.

O Manto de Silêncio serve mais para encobrir os que já Venderam sua Alma nesta Mesa e para Encobrir a Sordidez dos que Barganham Vantagens Especulativas, do que propriamente para Proteção dos Mistérios.

Porém quando o Intelecto Maligno é pego de Surpresa pelo Pensamento, Palavra e Ação de Deus através do Homem, a Banca Quebra; e a Mesa é Virada pela PALAVRA VERDADE que sai do CORAÇÃO DO HOMEM.

Nesta Mesa contra O Maligno Sentam muitos que Pensam Saber Jogar em SILÊNCIO, mas só Vencem a Partida Aqueles que Expressam a Verdade Cardíaca em PALAVRAS.

Até quando vão fazer o Jogo do Maligno no Dia a Dia de Vossas Vidas?

 

Até quando vão Silenciar, Aceitar, Renunciar e se Acomodar as Inverdades, pensando que assim terão Paz e Harmonia com Todos na Vida?

Sim, porque neste Jogo de Cegos Surdos Mudos de Nascença quem Dá as Cartas é o Maligno, e Ele Dá as Melhores Cartas para aqueles que são Seus e as Piores Cartas da Vida aos que não lhe pertencem.

Sendo assim, é Bom que se neguem a Fazer o jogo do Maligno e retirem do Baralho as Cartas de Silêncio, Aceitação, Acomodação e Renuncia, pois com tais Cartas não Existem Vitórias.

Na Mesa da Roda da Vida se Ganha Fama, Fortuna e Sucesso, mas pode-se perder a Vida e a Alma. Portanto, Sentem nela com Espírito de Guerra e de Confronto, Olhem o Maligno de Frente e não mais aceitem o Seu Jogo e Joguem dentro do Rito Escocês cada Ato de suas Vidas.

Sentar nesta Mesa outra vez é o maior problema do Incógnito que Retorna ao Mundo, já que o Maligno não o quer de volta no Jogo, pois Sabe que Ele trás na Manga Esquerda uma Trindade de Ases e na Destra Sete Lâminas Sagradas que destroem todas suas Trapaças Libertando seus Endividados Prisioneiros.

Diante do exposto Acima, resta Saber que Tipo de Martinismo estão Fazendo?

 

Se já estão Fazendo Martinismo de Primeiro Grau, com a Preparação do Pensamento através da Leitura das Obras do Passado, devem se Esforçar para fazerem Martinismo de Segundo Grau entrando em Contato Invisível com a Verdade Cósmica que já se encontra Pronta e Preparada para Descer.

 

Se já estiverem fazendo Martinismo de Segundo Grau em Contato com a Palavra Celestial, com a Verdade Cósmica, é porque já fazem Parte das Células Vivas e Despertadas do Corpo de Cristo e devem se Apressar para a Missão Realizando o Martinismo de Transformação no Reino; pois é Chegada a Hora da Obra do Nosso Tempo.

Porém, se nada disto estiver acontecendo ou estiver sendo Realizado, não estarão Fazendo Martinismo; E neste caso, estão apenas Cuidando e Regando Sementes de Falsas Doutrinas Espirituais de Deuses Estranhos no Jardim de vossos Corações.

 

Por outro lado, pensarem ou Imaginarem em suas Ilusões Místicas que Martinismo é a Paz Espiritual da Harmonia Refletida no Lago Azul do Himalaia Prânico, ignorando a Guerra do Xadrez, ignorando a Presença do Bem e do Mal ou do Negro e do Vermelho, é simplesmente Temerem a Transformação de Si Mesmos; é Temerem a Transformação da própria Vida diante da Verdade.

Tanto Faz que Fujam para o Lamaismo Indiano ou para o Gnosticismo Monástico dos Celibatários, a Fuga indica apenas que nem sequer colocaram os Pés no Caminho do Coração;

 

 

 

e que estão atrelados a Falsas e Agradáveis Crenças de Doutrinas Espirituais que não Transformam e nem Modificam Nada no Cristalizado e Estático Foco Visual de Vossas Consciências Aprisionadas ao Espelho das Imagens Ilusórias daquilo que chamam de “Minha Vida”.

Em tais Casos de Fuga para o Oriente Indiano ou para o Ocidente do Gnosticismo Monástico, que Disfarça as Travas do Celibatário com o Manto da Astrologia e do Ocultismo, a única coisa que realmente fazem é envolverem o Coração com um Manto de Doutrinas Estranhas ao EU SOU, amarrando tudo com o Cordão Trançado da Sordidez com a Vaidade dos Desejos Inferiores Reprimidos.

 

Sóis Martinistas?

Conheces o Manto de Doutrinas Estranhas com o qual envolveu Teu Coração?

Conheces a Máscara que Colocaste para Ver ou não Ver a Verdade?

Conheces O Cordão que Te amarra a Falsas Crenças ou que Te Une ao Cristo?

Se Conheces Tudo isto, Conheces um Pouco de Ti Mesmo e és Verdadeiro consigo Mesmo, portanto é natural que esteja pronto para Buscar a Preparação nas Obras dos Mestres do Passado; E com Certeza pode Aspirar o Encontro com os Mantos Célebres dos Filósofos e Profetas da Tradição.

 

Por mais Enganados que sejam ou que Enganem a Si Mesmos com as Fantasias Esotéricas da Teúrgia Judaica, do Ocultismo Gnóstico ou das Vaidades Maçônicas, as Duas Colunas do Martinismo permanecem Inabaláveis e Intocáveis à Vossa Espera.

 

COLUNA BRANCA – Martinismo é a Busca da Verdade.

COLUNA NEGRA – Não Existe Martinismo sem Verdade.

E entre estas Colunas ou Diante destes Dois Princípios, A Verdade Martinista é o Espírito de Transformação Pessoal e Social de todos os Povos, É o Espírito de Destruição e Construção dos Reinos em Todas as Eras Passadas.

 

RAM, Zoroastro, Moisés, Josué, Davi, Napoleão, Hitler ou Ghandi, todos Movimentaram o Espírito Martinista de Transformação do Reino. Todos Operaram os Mistérios da Destruição e Construção do Martinismo das Ilhas ou do Deserto.

 

E diante do Exposto Acima, o que podemos pensar de um Martinismo entulhado de Magia Negra Gnóstica com suas Invocações Absurdas? Do Martinismo Gnóstico Espermatogênico com suas Invocações Teúrgicas de Anjos Decaídos que só tem um Objetivo Real: ESCRAVIZAR MENTES INOCENTES AOS PÉS DE SEUS MAGOS LÍDERES.

Ou o que podemos pensar do Martinismo de Salão?

Do Martinismo Social de Boas Maneiras dos Elegantes e Educados Oradores envoltos em Mantos de Gentilezas que não Conflitam nem Confrontam suas Inverdades ?

 

 

Martinismo onde todos permanecem Trepados e Encastelados no tal “Caminho do Meio” da “Grande Muralha Indiana Oriental” que vai  até as ilusões da  China; Daqueles que estão sempre despejando nos Ouvidos desatentos dos Neófitos uma Tonelada de “Sugestões Mesméricas Harmoniosas” ou “Maçônicas  Diabólicas”, com intenções Claras de Domesticar e Manipular as Mentes Ingênuas dos Noviços.

 

O que Pensar do Martinismo de Mantos Bordados com “A Mais Ampla Falsa e Irrestrita Tolerância” que impede a Entrada em seus Salões de Irmãos Martinistas de outras Linhagens também Autênticas.

O que pensarmos de um Martinismo tão “Tolerante” que não impede a Prostituição e a Promiscuidade com Deuses Estranhos e Falsas Crenças Espirituais de seus Membros diante das Sagradas Luminárias.

 

O que pensar do Martinismo de Psicologia, que Faz de Freud e Jung um Grande Hermes Trimegistus Montado no Carro de Guerra da Sabedoria Suprema do Faraó do Egito. Um Martinismo dentro do qual Freud e Jung são Estudados, Cultuados, Exaltados, e colocados acima de Don Pasqually e Saint Martin.

 

Ou o que pensar sobre o Martinismo Intelectual Virtual do Primeiro Mundo no qual o RACIOCINIO DA RAZÃO É A DIVINDADE SUPREMA E A PALAVRA FRACA E VELOZ QUE SAI DO CURTO ESPAÇO ENTRE O CÉREBRO E A LINGUA É O DEUS ABSOLUTO.

 

SENHORES, ISTO  É UMA PILHÉRIA.

TUDO ISTO É MARTINISMO DISTANCIADO DAS COLUNAS DA VERDADE.

ISTO É MARTINISMO DE TREVAS.

 

A Tradição Martinista Ocidental é Mosaica, Phitagórica e Cristã; fundamentada na Cabala Egípcia de onde Moisés Retirou seus Conhecimentos, na Filosofia e no Cristianismo e tem suas Origens na LINHAGEM RHAM E NA LINHAGEM DE FOGO DE ZOROBABEL ZROROASTRO.

E sem um Conhecimento Profundo da Filosofia Grega e do Antigo e do Novo Testamento, o Martinismo não Transforma Nada e não Modifica Nada nem a Nível Pessoal nem a Nível Social. E é justamente isto que o Primeiro Reino Deseja para o Terceiro Reino.

 

Martinismo sustentado e mantido por Falsas Crenças ou Martinismo Mantenedor das Inverdades das Falsas Doutrinas Espirituais que aprisionam a Mente e o Pensamento ao

Eterno “Vai e Vem” Masturbatório do Ocultismo Teúrgico Gnóstico, de Dois Séculos Passados, é Martinismo de Trevas.

Martinismo emparedado entre o Espiritismo dos Mortos Vivos e Mestres Invisíveis Ascencionados da Chama Violeta do Raio Estelar Holístico de Saint German da Teosófia Indiana é Martinismo de Ilusões.

 

 

 

E o que dizer do Martinismo que apesar das Boas Intenções Americanas tentou sair disto Tudo e entrou pelo Cano Sombrio do Esgoto Mental da Psicologia só pode ser considerado uma CONFUSÃO que nada esclarece na Mente de seus Buscadores.

 

Não se faz Martinismo com Kardecismo nem com Hinduismo, nem com Psicologia e nem somente com Teúrgia; e Cabala sem Bíblia e por Si Só, de Nada Vale.

Isto é Martinismo dos que estão em Trevas, Trevas Terríveis.

E é devido a estas Trevas que dentro dos Quadrados Martinistas Atuais Toda Verdade é Amordaçada e toda Inverdade é Exaltada.

Elevam o Estandarte da Mais Ampla Falsa e Irrestrita Tolerância” a Titulo de Liberdade Religiosa confundindo UNÂNIMIDADE DA SUPREMA IGNORÂNCIA com UNIDADE CÓSMICA.

Mas também não se faz Martinismo com Astrologia acoplado ao Sistema Celibatário Gnóstico e nem misturado com Purificação Farisaica Exterior Vegetariana, pois isto não seria Martinismo e sim MARIANISMO.

E apesar de Todos Caminhos parecerem Iguais e Conduzirem ao Mesmo Lugar para os Olhos dos que estão Cegos, as Origens do Martinismo e do Marianismo nas ESFERAS são muitos Diferentes; pois uma das Esferas Encontra-se Acima da Outra apesar de estarem na Mesma Coluna.

 

A Diversidade da Obra Martinista ao longo das Eras é visível em todos os Fatos importantes da História da Humanidade. Mas, o Espírito de Transformação Martinista sempre esteve Ausente dos Falsos Movimentos Espirituais Gerados na Inverdade das Falsas Interpretações dos Buscadores Superficiais que no Passado Cruzaram os Portais da Tradição.

E tenham em Mente que nos Dois últimos Séculos passados, muitos Buscadores Superficiais que jamais saíram do Primeiro Grau, (pois nunca Firmaram Contato com a Verdade Cósmica Dentro de Si Mesmos) criaram no Mundo Movimentos Religiosos e Espirituais baseados e sustentados por suas Falsas Interpretações dos Mistérios da Tradição.

E devido a isto o Martinismo hoje sofre embaixo de Pesados Mantos de Injuria, Descrença e Abominação.

Resgatar o NOME E A INDEPÊNDENCIA do Movimento Martinista que foi sufocado nos últimos 80 Anos por Infiltração de Diversas outras Siglas é sem sombra de duvida um Desafio para o qual devemos nos Preparar.

 

São Graves problemas que envolvem o Martinismo e com os quais teremos que nos defrontar com a abertura do Ciclo Martinista. Mas os Principais Obstáculos que devemos remover são: O Espírito da Serpente Teosófica Indiana, o Domínio Interno da Infiltração Maçônica Judaica e o Lixo Gnóstico Joanita abortado pelas Igrejas Francesas de Vintras.

 

 

Ou seja; Nos Livrarmos de TUDO que Eliphas Levi, S . Guaita, A. Chaboseau e Sar Alden mais Temiam e que se Estabeleceu dentro da ORDEM neste Final de Ciclo Rosacruz.

 

Senhores, o Século que se Inicia é Martinista e não Rosacruz, Tenham certeza disto!

As Trevas que cobrem a Rosacruz já indicam que “O Véu da Viúva Desceu” e que a Ordem Adormece sob seu Manto de Proteção enquanto o TEMPLARISMO GNÓSTICO faz a Festa.

Todos que não Despertaram só Despertarão no Próximo Ciclo, e os que estão se Esforçando para Despertar neste Ultimo e Derradeiro Momento encontram-se sobre Fortes Pressões e Intenso Sofrimento do “PARTO DA MENTE”.

A estes Queridos e Amados Irmãos Recomendamos que Voltem, Retornem ao Grau Dez das Antigas Lições de Sar Alden, Voltem aos Exercícios com os Horários da Catedral da Alma, Harmonizem com O Ciclo Solar de Heliópolis e saiam debaixo do Ciclo Lunar Indiano que tomou a Ordem Física que a situação será Solucionada.

 

Se os Senhores até mesmo Desconhecem para onde está se Movimentando o Eixo da Terra após o Término do Ciclo Americano, não ponham as Luzes de vossas Ordens embaixo da Sombria Luminosidade Lunar dos Indianos, pois isto é assinarem um Certificado de Ignorância e Incompetência, é retirarem “O Manto de Proteção” de seus Membros deixando-os a Deriva sob o ataque de varias Forças.

 

A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL BRASILEIRA

 

O POVO BRASILEIRO FOI LESADO E ENGANADO DURANTE MEIO SÉCULO E NÃO SABE O QUE É SER ROSACRUZ MARTINISTA.

Os EUA, França e Alemanha são grandes Potencias devido ao Pensamento Martinista, devido ao Despertar do Espírito Martinista nos últimos dois séculos Firmados no EU SOU.

A maioria dos Ensinamentos Místicos, que vieram para o Brasil Pós-Guerra, foram adulterados em suas Traduções por Temor do Renascimento da Liberdade, ou do Renascimento do Terceiro Reich na América Latina.

E perguntamos onde estão as “Chaves Secretas” da Rosacruz Martinista Alemã que Desperta o EU SOU no Homem?

E o que foi que Nossas Ordens e Fraternidades Místicas Apresentaram após Um Século de Trabalho?

NADA ! !

Criaram um monte de Andróides Imbecilizados com o Pensamento, a Palavra e a Ação Castradas, criaram uma Legião de Oradores da Gentileza Teosófica que não prestam nem para serem Neófitos na Martinista. Como Abrir um Ciclo Martinista com Milhares de Buscadores Lesados Cerebralmente por Toneladas de Sugestões Malignas de Falsas e Bondosas Crenças Espirituais ou pelos Malignos conceitos da Teurgia Gnóstica  Judaica?

 

 

Como Abrir um Ciclo Martinista com a Liderança mergulhada na Magia Negra Espermatogênica das Invocações Gnósticas?

Como Abrir um Ciclo Martinista com nossas Lideranças Escravizadas ao DIABO LOURO TEMPLÁRIO QUE COMPROU OS PAPÉIS DE TODAS AS LINHAGENS MARTINISTAS  E TRAMOU O GOLPE DA A.M.O.R.C ?

E neste momento afirmamos que todas as LINHAGENS MARTINISTAS DE PAPÉIS SÃO FORJADAS, E QUE TODOS OS LÍDERES DE LINHAGENS QUE COMPRARAM AS FRANQUIAS DA A.M.O – ITALIANA E DA A.M.O-ESPANHOLA , OU QUE OPERAM COM O AVAL DESTAS LINHAGENS CONTROLADAS PELO DIABO LOURO TEMPLÁRIO  FORAM ENGANADOS.

 

CORJA DE JUMENTOS ELITIZADOS !

LINHAGEM MARTINISTA NÃO SE COMPRA – TRAZEMOS NA CORRENTE SANGUÍNEA – LINHAGEM MARTINISTA SE DESPERTA !

 

Neste Final e Inicio de Ciclo é chegada a Hora do acerto de contas, a Hora da Verdade, e aqueles que Tiverem Verdades que as coloquem na Mesa, pois de modo algum podemos Prosseguir com MAIS CEM ANOS DE INVERDADES; Nem mesmo se fossemos o Governo de Brasília.

Na Passagem do Poder desta Mudança do Ciclo não podemos aceitar Faixas de “Papel de Bobo” e Jóias de Barro, não temos o porque manter Contratos Passados de Inverdades, mesmo porque no Presente já existem Centenas de Fraternidades Negras em Operação se passando por MARTINISTAS.

E se O MARTINISMO não tomar Posição Agora, O MARTINAZISMO ARIANO Tomará mais Tarde.

Não se Enganem e não se Iludam, as Fantasias Espiritualistas das Borboletas Coloridas de Mantos Amarelos do Himalaia e as Trevas Templárias Gnósticas não Sobreviverão neste Século de Marte.

Afirmamos que as Sementes do Martinazismo já foram Lançadas, e o Solo Miserável do Terceiro Mundo é Fértil para este Tipo de Plantação.

Até mesmo um Balão de Ensaio, um Protótipo de Hitler já foi Lançado e com seu Punho Erguido Fechado ganhou as Eleições para Presidente do Brasil arrastando as Multidões com sua Insanidade Descamisada [(observe a data em que foi escrito o manifesto, 2003, portanto o referido presidente era Lula,  que de fato se mostrou o que avisamos, um sangue-suga da nação)].

E tudo isto vem disfarçado debaixo da PALAVRA FORTE de Lutero O Martin com Seus Bispos Vasectomizados.

As Sementes do Martinazismo já Brotam gerando Homens Castrados, Vasectomizados,  Ex-Homens, que Cortaram a Linhagem da Raça Adâmica na Terra e cortaram LAÇO DO CORDÃO QUE OS UNIA AO PAI, UNINDO-SE A UMA FORÇA ESTRANHA NÃO HUMANA.

São Deputados, Líderes Religiosos e Governadores de Estados compactuados com Forças Astrais Estranhas, sempre dirigidas por um Empresário Alemão, seja do Ramo do Aço ou dos Jornais, mas sempre em Alta Posição Social de Condução das Massas.

 

 

 

É fácil ver a presença destes Nazistas Cariocas por detrás das grandes Correntes Evangélicas arrastando as Massas Sofridas de Trabalhadores e a Massa Gananciosa de Empresários atrás da Bíblia.

Esta Semente Alienígena  não Faz distinção e Brota firme no Coração de qualquer um, e agora é apenas uma questão de Tempo.

 

Caro Frei, os Demônios que Desceram do Norte estão Cumprindo a Missão, porém O Norte perdeu o controle sobre Eles.

 

 

DOS ÊRROS E DA VERDADE

 

Afirmamos que é Necessário Corrigimos os Rumos do Pensamento, da Palavra e da Ação de nosso Povo, corrigindo os RUMOS DO MOVIMENTO MARTINISTA NA AMERICA LATINA E NO TERCEIRO MUNDO nos aproximando de nossas Origens Alemãs R.A.M; Ou Adormeceremos na INÉRCIA E ESTAGNAÇÃO DO PENSAMENTO ORIENTAL INDIANO E NOECHITA que SUGAM A FÔRÇA E A PROSPERIDADE OCIDENTAL  para RETIRAREM SUAS NAÇÕES DE  5 MIL ANOS DE LETARGIA, OU SEREMOS DOMINADOS E ESCRAVIZADOS PELO INTELÉCTO MALIGNO JUDAICO MAÇÔNICO E PELAS CRENÇAS NEGRAS DO TEMPLARISMO GNÓSTICO.

O Brasil nos últimos 50 Anos virou a LIXEIRA ESOTÉRICA DO MUNDO, viramos COBAIAS DE LABORATÓRIO DE FALSAS CRENÇAS ESPIRITUAIS, e o PENSAMENTO foi Lesado por varias ONDAS MÍSTICAS despejadas a cada 10 anos com Intenções Claras de CASTRAR A AÇÃO DE NOSSO POVO; e é muito triste ver

O MARTINISMO TRAVESTIDO SOB MANTOS DO GNÓSTICISMO E DO TEMPLARISMO participar deste Massacre.

 

  

SEJA BREVE !

PARPHENIX

 

L’ ALDREY



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Subscrevem:


Comphanya Martinista Das Ylhas Ocidentais e Orientais

“Navegando Rumo ao Desconhecido em Busca da Terra Prometida”

TRABALHO – GUERRA – FILOSOFIA

Martinèsté Ordoe Templarié – M.O.T

Cabo Verde – Reino de Portugal - 33 Graus - Martinez, Don  Pasqually

Rosae Martinista Alemã – R.A.M

Parakemburg – 13 Graus - Louis Cristhian Saint Martin

F.I.T.O.